domingo, 30 de março de 2025
Leitura 33: Viagem ao Centro da Terra
segunda-feira, 17 de março de 2025
Leitura 32: O velho e o mar
Como já contei antes, alguns livros eu não procuro, eles chegam a mim de alguma forma peculiar.
O que reforça o fato de que são clássico, porque estão sempre por aí, nos lugares, para as pessoas.
O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway chegou pra mim na mudança de casa da minha mãe, entre os livros que estávamos selecionando para ir, ficar, doar, etc...
Foi o primeiro da retomada do meu desafio de ler todos os livros citados pela Ana Maria Machado em seu livro Como e Porque Ler os Clássicos Desde Cedo.
É o segundo livro com o tema "mar" da lista que eu leio. O primeiro foi Vinte Mil Léguas Submarinas e já escrevi sobre ele no blog (leia clicando aqui)
Neste, O velho e o Mar, não é necessariamente o mar o tema principal, e sim o velho.
É uma história fácil de ler, de compreender. Tem um enredo simples, e envolvente, daqueles que você quer saber o final.
Em uma leitura superficial, a história não tem nada a mais que a aventura de um pescador, mas as reflexões do velho, no mar, são na verdade profundas e trazem temas como: relação com a natureza, a velhice, solidão, foco, objetivo, resiliência e paciência.
Muito interessante algumas informações sobre pesca, que não vem tão detalhada mas que trás a complexidade não aparente dessa atividade à tona. No entanto, gasta-se bastante tempo do texto com isso, ou seja, para quem não é um amante da pesca fica meio chato.
Pro meu estilo literário de preferência, foi um pouco decepcionante o final.
Mas sem dúvida uma bela obra.
quarta-feira, 12 de março de 2025
Leitura 31: O Fantástico Mistério de Feiurinha
quinta-feira, 6 de março de 2025
Leitura 30: 1984
A escolha foi meio intuitiva.
Alguma coisa me dizia que 1984 seria mais denso e profundo.
E como foi.
1984, de George Orwell, fala sobre um futuro distópico marcado pelo totalitarismo e manipulação da verdade (te lembra alguma coisa?).
Tive várias sensações, que em geral dão aquele mal estar, com pensamentos do tipo:
76 anos atrás alguém imaginou que chegaríamos nessa situação e nós não conseguimos mesmo evitar?
Pois é, não conseguimos.
O livro é muito envolvente. Muito denso, mas envolvente.
Consegue trazer um meio romance de uma forma muito improvável num contexto de tensão que aborda o totalitarismo, a vigilância em massa e a lavagem cerebral da sociedade.
Eu não consegui parar de ler, embora em alguns momentos senti repulsa e vontade de parar, como por exemplo, nas descrições da violência da tortura.
Sem muitos spoilers, mas o final não foi tão aceito por mim, tanto que tive que conversar com uma pessoa que também leu pra saber se eu tinha entendido certo.
Leia-se: não queria acreditar em como a história tinha acabado.
Enfim, recomendo a leitura para interessados em politica, sociologia, filosofia, historia, e toda essa parte que se propõe a fazer análises críticas da sociedade.


